segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

VIÇOSA RN "A MENOR CIDADE DO RN"

VIÇOSA TEM APENAS 1,722 HABITANTES 

Pórtico de entrada de Viçosa na RN-177, única rodovia que corta o município.


A história de Viçosa se inicia no século XIX, a partir de 1841, com a fundação de uma fazenda de criação de gado às margens do riacho Forquilha, nas proximidades da serra homônima. Mas o povoamento da localidade se consolidou somente a partir do século XX, com a chegada de agricultores. A partir de então, o povoado de Viçosa desenvolve-se lenta e gradualmente, com economia baseada na agropecuária.
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Em 28 de dezembro de 1963, Viçosa deixa de ser povoado e se torna um novo município do Rio Grande do Norte, desmembrado de Portalegre, através da lei estadual n° 3 045, sancionada pelo governador Aluízio Alves. A instalação do município aconteceu em 9 de janeiro de 1964 com a posse do primeiro prefeito, Silvestre Gomes Pinto. Desde então, o município é constituído apenas pelo distrito-sede.
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Uma das versões acerca da etimologia do nome do município afirma que o nome "Viçosa" foi dado pelo juiz de direito de Olinda, em Pernambuco, Miguel Carlos Caldeira de Pina Castelo Branco, que, subindo a serra de Portalegre, sentiu-se encantado com as paisagens locais e afirmou: “Outra Viçosa”, em alusão à vila portuguesa homônima, residência dos Duques de Bragança

TEXTO - WIKIPEDIA.ORG

sábado, 25 de fevereiro de 2017

História do Barão de Jundiá


Barão de Jundiá fotografado por Alberto Henschel





Manoel Antônio Dias, pai de barão de Jundiá, teve em seu inventário realizado no cartório de Escada em 1869, um espólio em que constavam os seguintes bens: os engenhos Jundiá, Recreio e as benfeitorias do engenho Bosque, todos na freguesia da Escada. Ele casara duas vezes: a primeira com Maria da Anunciação, filha de Manoel Tomé de Jesus e de sua primeira mulher Teresa de Jesus Maria; e a segunda com Feliciana Teresa do Nascimento, filha de Antônio José dos Santos e de Feliciana Teresa do Nascimento. Do primeiro consórcio teve os seguintes filhos: Major Manoel Antônio Dias Júnior, Dr. José Cândido Dias, André Dias de Araújo “Barão de Jundiá”, Teresa Líbia de Jesus Ferreira, Francisca Maria da Anunciação Pontual (primeira esposa de Antônio dos Santos Pontual, o Barão de Frexeiras), Maria Higina da Anunciação (primeira esposa de João Félix dos Santos) e Ana Joaquina da Anunciação (casada com João Francisco de Arruda Falcão). Do segundo casamento, teve dois filhos: Manoel Antônio dos Santos Dias e Feliciana.
André Dias de Araújo nasceu no dia 18 de dezembro de 1825 na freguesia da Escada. Em maio de 1844 foi nomeado capitão secretário geral da guarda nacional e nesse mesmo ano já era leitor da freguesia. Em 1949 foi eleito segundo suplente se juiz da paz do segundo distrito da freguesia e, em 1854, suplente de juiz municipal. Em 1855, suplente de delegado. Em 1867, o major André Dias foi nomeado coronel comandante superior da guarda nacional dos municípios de Santo Antão e Escada.
Foi nomeado cavaleiro da Ordem Imperial da Rosa e foi o primeiro e único barão de Jundiá, título concedido por decreto imperial do dia 8 de maio de 1880. Era usineiro e proprietário dos engenhos Jundiá, Noruega.
André Dias de Araújo casou no dia 23 de setembro de 1847 com sua prima-materna Francisca Joaquina de Jesus, filha do alferes José Gomes da Silva e de Maria José de Jesus. Dessa união, nasceram os seguintes filhos: Manoel Tomé Dias de Araújo, André Dias de Araújo (solteiro), José Dias de Araújo, José Dias de Araújo (2º), Maria Dias de Araújo, Francisca Dias de Araújo (casada com Gerôncio Dias de Arruda Falcão), Cândida Dias de Araújo (casada com João Hermínio de Oliveira), Eutália Dias de Araújo (casada com Manoel Tomé de Oliveira), Isabel Dias de Araújo (casada com Manoel Olímpio de Barros Costa), Teresa Dias de Araújo, Generosa Dias de Araújo e Amélia Dias de Araújo.

O barão de Jundiá morreu em 11 de novembro de 1889 no engenho Jundiá.




http://freguesiadaescada.blogspot.com.br/2015/12/15-os-dez-baroes-da-freguesia-da-escada.html

PRODUTOS ARTESANAIS BARÃO DE CEARÁ-MIRIM/RN







sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

CASA GRANDE DO ENGENHO OLHO D´ÁGUA DO LUCA EM SÃO GONÇALO DO AMARANTE/RN




Construído em 1853, pelos escravos de D. Marta Cavalcanti e o Sr. João Neto em São Gonçalo do Amarante/RN. Seu nome vem de uma nascente na propriedade da família Lucas, primeira proprietária do casarão. Foi construído para ser residência. No local, encontram-se escombros de engenhos e desenhos que os escravos faziam. O casarão encontra-se em processo de tombamento em nível estadual.

TEXTO - http://donnarosamoda.com.br/casarao-olho-dagua-do-lucas/





CASA GRANDE E CAPELA DO ENGENHO SÃO FRANCISCO EM CEARÁ-MIRIM/RN



quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

BARÃO DE SUASSUNA EM PERNAMBUCO



BARÃO DE SUASSUNA
Henrique Marques de Holanda Cavalcanti nasceu no dia 21 de dezembro no engenho Taquara, freguesia da Escada. Era filho de Antônio Marques de Holanda Cavalcanti e Pânfila da Silveira Lins.

Fez seus estudos de humanidades no Colégio São Bernardo no Recife. Em seguida, matriculou-se na Faculdade de Direito de Recife, bacharelando-se em dia 6 de dezembro de 1874.

A oito de dezembro de 1875, através de portaria do presidente da província João Pedro Carvalho de Moraes, foi nomeado primeiro oficial da terceira seção da secretaria da presidência, cargo que desempenhou até 1877, quando foi nomeado para a função de secretário da província onde ficou até 1878.

Em 22 de outubro de 1881, casou-se com Maria Lins Cavalcanti, filha de Belmiro da Silveira Lins e de sua esposa Maria de Jesus Souza Lins, barões da Escada. O casal não teve filhos.

Nesse mesmo ano foi eleito deputado geral pelo 6º distrito da província de Pernambuco, na chapa do partido conservador, apresentada pelo conselheiro João Alfredo.

BARONESA DE SUASSUNA
Dissolvida a câmara em julho de 1886 pelo barão de Cotegipe, que inaugurou então uma situação conservadora, no mesmo ano voltou à câmara pelo mesmo distrito. Esta câmara foi dissolvida com o advento da república.

Com o novo regime, afastou-se da política por vários anos. Mas em 1897, foi eleito senador estadual a 8 de março do mesmo ano, foi escolhido para presidir o senado.

Depois afastou-se mais uma vez da vida pública, passando a cuidar exclusivamente da administração de suas propriedades agrícolas e de sua fábrica. Em 1919 foi candidato a governador, concorrendo com Rosa e Silva e Dantas Barreto.

Henrique Marques de Holanda Cavalcanti foi o segundo barão de Suassuna, título concedido por decreto imperial do dia 16 de fevereiro de 1889.

O tenente-coronel Antônio Marques de Holanda Cavalcanti, pai do barão de Suassuna, era proprietário do engenho Mameluco na freguesia da Escada onde, em 1877, foi fundada uma usina com a denominação de Mameluco.

Nas proximidades da usina fica o engenho Limoeiro, de propriedade de Belmiro da Silveira Lins, o Barão de Escada, assassinado em 1880, em Vitória de Santo Antão. No engenho Limoeiro foi fundada a usina Limoeirinho, em 1881, por Henrique Marques de Holanda Cavalcanti, o Barão de Suassuna, que neste mesmo ano casou-se com Maria Lins Cavalcanti, filha do seu tio Belmiro da Silveira Lins. Dessa forma, o Barão de Suassuna tornou-se proprietário das duas usinas: Mameluco e Limoeirinho. A primeira foi herdada do seu pai e a segunda construída e reformada por ele em 1910.

A usina Mameluco possuía, em 1929, dez propriedades agrícolas e 34 fornecedores de cana, destacando-se o engenho Cachoeirinha, onde foi empregado, pela primeira vez no Brasil, o método do plantio de sementes por meio de flechas.

Sua via férrea tinha 70 quilômetros, sete locomotivas e 200 carros. Possuía capacidade para processar 500 toneladas de cana e produzir 5.000 litros de álcool em 22 horas. Na época da moagem trabalhavam na fábrica cerca de 50 operários.

Mantinha uma associação de beneficência e três escolas, com matrícula média anual de 115 alunos.

Quando morreu em 1941, com 87 anos de idade, o Barão de Suassuna deixou as suas usinas como herança para seu sobrinho, o médico Fonseca Lima, que ainda na década de 1940 as passou para Jayme Loyo e seus filhos.

Devido a uma grande crise, a usina sofreu intervenção do Instituto do Açúcar e do Álcool - IAA, mas seus proprietários superaram o problema e voltaram a administrá-la.

A usina Limoeiro dissolveu-se e foi absorvida pela usina Mameluco, passando, em seguida, a denominar-se usina Barão de Suassuna, em homenagem ao seu antigo dono.

A baronesa Maria Lins de Holanda Cavalcanti faleceu em Recife no dia 3 de junho de 1940 e o barão Henrique Marques de Holanda Cavalcanti, no dia 9 de janeiro de 1941, também em Recife.

FONTE -  Gladisson Roberto Barbosa de Fontes e Silva

BLOG - http://freguesiadaescada.blogspot.com.br/2015/12/27-baroes-da-freguesia-henrinque.html

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terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

PARABÉNS A MATRIZ DE CEARÁ-MIRIM PELO SEUS 159 ANOS.


PARABÉNS A MATRIZ DE CEARÁ-MIRIM PELO SEUS 159 ANOS.

LEMBRANÇA DO BARÃO E DA BARONESA DE CEARÁ-MIRIM.

RESGATANDO A HISTÓRIA E A MEMÓRIA DE CEARÁ-MIRIM

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

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